segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

FELIZ ANO NOVO!

A beleza da vida, 
o que a faz humana, 
são as dores e alegrias. 
Assim construímos a nossa história. 
Por tudo que já passamos e vencemos, 
passaremos e venceremos, 
agradeçamos!

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Muito obrigado a todos!

domingo, 30 de dezembro de 2012

Presépio e Árvore de Natal do Vaticano - Ano 2012














Em Roma, na época do Natal, somos envolvidos pelo ambiente de expectativa pela celebração da vinda do Menino Jesus, o Messias Salvador da Humanidade. Junto do Papa, sucessor de Pedro, desde o início do Tempo do Advento que se vão somando os acontecimentos de preparação do Natal. 

Tradicionais no Natal de Roma são, entre tais acontecimentos, o Presépio e a Árvore de Natal. Curiosamente, no passado, nenhum destes símbolos do Natal existiam na Praça de S. Pedro. Foi a partir do pontificado de João Paulo II, em 1982, que foi instalado o primeiro presépio em plena praça. Desde então, o Presépio e mais tarde a Árvore de Natal são uma presença fundamental nas festividades natalícias em Roma.

A árvore de Natal, desde da noite do dia 14, já começou a brilhar em todo o seu esplendor na Praça de São Pedro, ao lado do presépio, que só foi inaugurado no dia 24 de Dezembro, evocando aquela “grande luz” que os povos aguardavam e que se manifestou no nascimento de Jesus. Consideração feita pelo Santo Padre, ao receber nesse dia uma numerosa delegação da localidade de Pescopennataro, distrito de Isérnia, região de Molise, no centro-sul de Itália, de onde provém este ano o pinheiro branco, de 24 metros, entretanto adornado, pelo pessoal do Vaticano, com lâmpadas brancas e douradas. 

O cenário criado este ano para ambientar o presépio inspira-se na antiga cidade rupestre de Matera, no Sul de Itália. A obra é da autoria do mestre Francesco Artese e constitui uma oferta da região italiana da Basilicata.

O presépio ocupa 150 m2 e conta com umas 100 imagens em terracota, de uns 25 cm cada uma, vestidas com roupas tradicionais daquela região italiana. O ambiente criado para acolher o presépio tenta recriar a sugestiva paisagem das “Pedras de Matera”. 

Em Roma e particularmente no Vaticano, na belíssima moldura da Praça de S. Pedro, tudo foi preparado para acolher o Deus Menino. Jesus Cristo, Verdadeiro Deus e Verdadeiro Homem. Um Menino nos foi dado. Vinde e Adoremos!

FONTE:

sábado, 29 de dezembro de 2012

MESSINA: o retorno a Roma

Mensagem de agradecimento


TRADUÇÃO

TORREGROTA, Natal 2012

Caríssimo Frei Junior:

Desejamos te agradecer pelo teu serviço as nossas comunidades e pelo testemunho de humildade e simplicidade que nos ofereceu em pleno estilo franciscano.
Desejando boa continuação do caminho, pedimos de aceitar um sinal da nossa gratidão.

Com estima, 
Pe. Francisco e P. Nino
com as respectivas comunidades.


Partindo

Tonigno e Giovanni,
dois jovens paroquianos simpáticos e atenciosos
que me acompanharam até o momento da minha partida.



 Ferry Boat 

Faz o tráfego de trens, carros, caminhões e pessoas entre a ilha (Sicília) e a Itália sobre o mar.

O Trem

Cabine do trem






Uma missão 
EMOCIONANTE, INEXPLICÁVEL e INESQUECÍVEL.

FIM

MESSINA: Frei Caetano, o Missionário Gigante

Frei Caetano de Messina

Frei Caetano de Messina

Religioso da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos, nascido em 1807, na vila de Castanea da Província de Messina, na Itália. Seus pais: Caetano Lentini e Maria Panti Lentini. Foi batizado com o nome de Santi e foi educado na fé cristã, crescendo no amor de Deus, aos irmãos e na devoção a Maria. Fez os estudos elementares na sua cidade natal, continuando mais tarde no convento de Santo Antônio, em Messina. A esta altura tudo indica, já se sentia chamado à vida religiosa missionária.

No dia 2 de fevereiro de 1836 fez sua primeira profissão e um ano mais tarde recebe, das mãos do guardião, o hábito da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos (quando muda o nome de Santi para Caetano, conforme costume da época). Depois de ordenado sacerdote foi professor de Teologia e filosofia, e, em 1937, quando o cólera-morbos devastou Castanea, Frei Caetano assistiu os coléricos aos quais prestou valiosos serviços, animando os doentes, confessando os moribundos. Viveu com os necessitados durante quarenta dias, incansavelmente, um intenso e fecundo apostolado com o terrível flagelo.

Frei Caetano tornou-se um grande missionário na Itália para o Brasil e missionou em vários estados como Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. No Nordeste, sua ação missionária era muito abrangente: construía cemitérios, reconstruía Igreja, construía chafarizes para que o povo tivesse água potável; ainda hoje, em Triunfo – PE, existe este marco deixado por ele. Construía hospitais, escolas, internatos para resguardar as meninas da prostituição por causa das guerras e para que elas fossem educadas. Ele acreditava na educação como meio eficaz para transformar o mundo. Para tanto, fundou a Congregação das Irmãs Franciscanas de Nossa Senhora do Bom Conselho em Pernambuco, onde até hoje o colégio existe e através dele outros foram fundados (8) em outros Estados. Foi um missionário incansável e um grande proclamador e artífice da paz. Fez, em suas andanças missionárias, muitos revoltosos voltarem a paz, reconciliou famílias, convidava o povo à partilha dos bens. Foi um grande pacificador nas guerras em Pernambuco e recebeu muitos títulos pelo bem fez a Pátria. Podemos citar: o anjo do Brasil, missionário gigante, missionário incansável. Com estas e outras expressões o povo manifesta o carinho, que assumindo a realidade sofrida de sua gente, respondeu aos anseios mais profundos do coração humano, faminto de paz, de justiça e de amor.

As pegadas na areia deixadas por Frei Caetano de Messina não se apagaram com as intempéries do tempo nem com as vicissitudes da vida. Por que, além do dom de anunciar o Evangelho a todos os povos, conforme o mandato do Senhor, foi-lhe concedido o carisma de perpetuar suas intenções evangélicas até o presente e o futuro através da fundação de uma família religiosa a Congregação das Irmãs Franciscanas de Nossa Senhora do Bom Conselho.

O Frei Caetano em suas missões conduziu o povo à compreensão da própria realidade, os revoltosos à reconciliação e finalmente, depondo as armas, levou os homens, de mãos dadas, a construírem um majestoso colégio, berço e embrião da Congregação, nascida sob os auspícios da Virgem Mãe do Bom Conselho, num recanto aprazível do interior de Pernambuco – Papacaça, hoje cidade de Bom Conselho.


FONTES:


Bom Conselho


As terras onde hoje está localizado o município de Bom Conselho foram inicialmente habitadas pelas tribos Xucuru e Fulni-ô.


Em 1630, no período da invasão holandesa, organizou-se na localidade uma comunidade de negros (quilombo) chamada de Quilombo de Pedro Papa-caça. O nome se referia à estratégia utilizada pelos habitantes de esconderem-se nas matas, cultivando mais a caça do que a agricultura. Em 1645, a comunidade foi desmantelada por uma expedição militar holandesa chefiada por Blaer Reijmbac.
Em 1712, a família Vilela, de Portugal, adquiriu essas terras e deu início à organização da fazenda Papa-caça. A população crescia a olhos vistos. Assim, em 1887, transformou-se em freguesia.

Escultura feita por Frei Dimas Marleno e sua equipe que se encontra na praça principal da cidade de Bom Conselho, diante da igreja matriz. Ele representa as três raças que formaram o povo da cidade: índios, brancos e negros.
A cidade de Bom Conselho nasceu da fé e da força de vontade do Frei Caetano de Messina, um capuchinho de origem italiana que chegou ao Brasil em 1841 para iniciar, no Recife, seu trabalho missionário. Depois de atuar como pacificador em diversos conflitos envolvendo a Igreja Católica e o estado brasileiro (dentre eles o episódio denominado pelos historiadores de "Questão Religiosa", que teve no jovem padre Dom Vital um de seus principais protagonistas).

Natural da província de Messina, na Itália, por mais de dez anos Frei Caetano desempenhou atividades apostólicas em Olinda e no Recife e depois partiu em missão itinerante pelos atuais municípios de Igarassu, Goiana, Paudalho, Tracunhaém, Bom Jardim, Limoeiro, Nazaré, Brejo da Madre de Deus, Palmares, Pesqueira (região de Cimbres), Buique, Ingazeira, Garanhuns e no povoado de Papacaça, onde mandou construir um colégio.

Em cada cidade ele colocou a pedra fundamental de templos, fundou diversas matrizes, pregou as missões com base nos ensinamentos de São Francisco, instituiu o mês mariano e organizou grupos de fiéis através da pregação da palavra de Cristo.
Colégio Nossa Senhora do Bom Conselho
Em 24 de abril de 1953 fundou o Colégio Nossa Senhora do Bom Conselho, onde comemorou com a comunidade o quarto domingo depois da Páscoa. A construção do prédio do colégio, em estilo neoclássico, - que resiste até hoje abrigando mais de 300 alunos da região - foi o grande marco da ação comunitária empreendida por Frei Caetano de Messina.

De acordo com relato escrito pela senhora Ruth Vilela Cavalcanti, "é impossível perder-se na memória de todos os humildes que carregaram aquelas pedras em penitência e graça, sacrifício e prêmio e, por fim, em comemoração e alegria diante do primeiro monumento, da primeira obra social e primeiro ato de integração num projeto comunitário em mutirão".

Convento São Fidélis - Frades Menores Capuchinhos
Bom Conselho-PE
Em 1860, o Colégio Nossa Senhora do Bom Conselho emprestou seu nome à Vila de Papacaça e depois município de Bom Conselho. O colégio foi responsável direto pela formação intelectual e educacional de várias gerações que por ali passaram através dos anos, como também estimulou a vocação religiosa. O ensino é considerado de bom nível e há mais de 150 anos o colégio recebe alunos de vários recantos da região.

Frei Caetano de Messina, cujos restos mortais repousam nas dependências do colégio, inspirou a fundação do Seminário - Convento São Fidélis, em 1902 - dos frades franciscanos capuchinhos que ainda hoje funciona em Bom Conselho, realizando missões, atividades voltadas para as vocações religiosas com jovens e atuando na comunidade com trabalhos pastorais e sociais.

FONTES:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Bom_Conselho
http://bomdiabomjardim-pe.blogspot.it/2012/06/frei-caetano-de-messina-em-cada-cidade.html

Irmãs Franciscanas de Nossa Senhora do Bom Conselho

Nossa Senhora do Bom Conselho

Em 1852, um missionário capuchinho, chamado Frei Caetano de Messina, andava pregando no sertão de Pernambuco. Em 5 de fevereiro de 1853, chegou ao povoado de Papacaça, hoje, a cidade de "Bom Conselho". Lá, o missionário encontrou muita miséria, tanto moral quanto material. Ele, então, pediu a intercessão de Nossa Senhora do Bom Conselho para suas missões naquele lugar. Em suas pregações, sempre falava que era urgente cuidar da preservação da vida.

A intuição profética do grande missionário fez acontecer a primeira Congregação Religiosa Franciscana para mulheres nas terras do Brasil.


Surgiu a Congregação das Irmãs Franciscanas de Nossa Senhora do Bom Conselho, quando quatro jovens do lugarejo de Papacaça, atendendo ao chamado de Cristo para segui-lo mais de perto, foram acolhidas por Frei Caetano de Messina: Tereza Teixeira Vilela, Natália Gomes Brasileiro, Isabel Gomes Brasileiro e Maria de Jesus Camello.


Em 24 de abril de 1853, concluindo a sua primeira etapa missionária com a edificação do colégio, o santo capuchinho, deu as quatro jovens, o hábito da Ordem Terceira de São Francisco de Assis e lhes confiou a guarda de 18 adolescentes, realizando, festvamente, o seu sonho:construir um colégio, para que nele, qual uma nova arca da aliança, "as órfas desvalidas dos sertões", encontrassem salvação e tenham um futuro promissor.


FONTE:
http://vocacionalfnsbc.blogspot.it/p/como-tudo-comecou.html


sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

MESSINA: a cidade

A CATEDRAL

Visão panorâmica externa (à noite)



Esta torre funciona como um relógio. 
Ao meio dia estas imagens arquitetônicas se movimentam fazendo sons 
como você pode ver no vídeo abaixo.





Altar



Presépio na parte interna da Catedral


Capela do Santíssimo






Piso feito em mármore trabalhado






Praça de frente a Catedral


Um igreja que se pode ver da praça com um letreiro iluminado com o nome: 
AVE MARIA.
Como pode ser observado melhor na foto abaixo.



Esta Catedral, um belo exemplo da arquitetura normanda da Sicília, manteve suas originais linhas medievais, mesmo depois de uma longa história: construída sob Roger II, consagrada em 1197, destruída no terramoto de 1908 e depois reconstruída.

FONTE do texto: 

A CIDADE

A cidade de Messina se desenvolve como um anfiteatro aos pés do Monte Peloritani, ao interno e ao sul de uma enseada bem protegida por uma península aluvial em forma de foice (Península de San Ranieri, que acaba na ponta de San Leonardo), constituída por detritos trazidos pelas numerosas correntes de água torrencial costeiras e acumuladas pelas ondas marinhas, alargndo-se e ampliando-se em direção sul.

Fundada com o nome de Zancle (em grego Zánklpiattoe, foice, pela forma da península que cerrava o porto) pelos Calcideses de Cuma, de Nasso e de Eubea (725 a.C.), se desenvolveu rapidamente, fundando por sua vez as colônias de Mylái (Milazzo), no final do VIII secolo a.C. e ao início do VII, e de Imera, por volta de 648. Em 493 os prófugos samos e mileses, refugiaram-se em Zancle e se apoderaram da cidade com o apoio de Anassila de Reggio. Logo depois Zancle caiu no domínio do próprio Anassila, que ao lugar dos Samos e dos Milesi ali refugiu numerosos messenos. A cidade assumiu então o nome de Messána ou Messpiatacuenpiattoe e assumiu um caráter prevalentemente dórico. Não obstante as fortes lutas conquistou um alto grau de prosperidade até que foi destruída pelos Cartagineses em 396. Reconstruída quase imediatamente por Dionigi o Velho de Siracusa, foi submetida sucessivamente a Dione, a Ippone, a Timoleonte e, por fim a Agatocle, que logo depois de sua morte caiu nas mãos dos Mamertini (288). Derrotados por Gerone II de Siracusa por volta de 265, estes pediram primeiro ajuda aos cartagineses , portanto aos romanos, que libertaram a cidade do sucessivo assédio imposto por Gerone II e pelos Cartagineses. Tal conflito originou a primeira guerra púnica (264-241), ao final da qual Messana foi proclamada cidade livre e federada. Após o esplendor da cidade romana, continuou a ter grande importância aos bizantinos. Foi dominada pelos saracenos (843) por dois séculos, até a chegada dos Normandos (1061). Daquele momento inicíou para Messina um período de prosperidade como empório comercial. Quando a Sicília passou sob o domínio dos Svevi no final do XII sec., Messina rebelou-se diversas vezes com a finalidade de manter o seu livre desenvolvimento. Após ter tido uma parte notávol nos Vespri sicilianos, a cidade foi assediada pelo rei da Sicília Carlo I d'Angiò (luglio-settembre 1282) que porém não conseguiu conquistá-la pois chegavam a frota dos aragoneses. No XIV sec. foi elevada a capital pelos Aragoneses. Mas as amplas liberdades municipais da qual gozava Messina não eram vistas com bons olhos pelos espanhóis que tentaram então reprimí-las. Isto, provocou uma rebelião (1674); os messineses, ajudados pelo rei Luigi XIV que enviou uma frota sob o comando do capitão Duquesne, resistiram por quatro anos e capitularam apenas em 1678. Em seguida Messina por muitos anos perdeu sua importância, e, quando lentamente se erguia, foi golpeada por várias calamidades: em 1743 pela peste, e, em 1783 por um terremoto que a danificou. Messina duramente oprimida pelos Borboni que ali fizeram um centro militar; participou aos movimentos de revoltas em 1820-1821 e de 1847-1848; em setembro de 1848 a cidade foi ocupada pelas tropas borbônicas sob o comando de C. Filangieri depois de um forte bombardeamento ordinado pelo rei Ferdinando II. Apenas em julho de 1860 foi liberada pelas forças garibaldianas guiadas pelo general Giacomo Medici. Depois de ter sido gravemente atingida por um outro terremoto,1894, foi completamente destruída por aquele mais forte de 28 de dezembro de 1908. Reconstruída, sofreu graves danos com a II Guerra Mundial por causa dos fortes bombardeamentos aéreos e terrestres. Foi ocupada pelas tropas aliadas em 17 de agosto de 1943.
Na zona das habitações, tentou-se uma reconstrução às bases das necrópolis descobertas e aos achados. Foi identificado um pequeno santuário, com cerâmicas do 'VIII ao VI sec. a.C. Uma estátua acéfala de Igea e outras obras de arte foram conservadas no Museu Nazionale. De grande interesse, também artístico, a série de moedas do V sec. a.C. 

Apesar das destruições causadas pelos terremotos e pelos graves danos provocados pelos maciços bombardeamentos aéreos de 1943, Messina conserva uma boa parte de seus monumentos, mas é cada vez mais tenazmente reconstruída por causa dos terríveis eventos; o Duomo de tipo normando (1160), munido de torre campanária moderna, con relógio astronômico, obra dos irmãos estrasburgueses Ungerer (1933), e, a gótica igreja de San Francesco, com absides do XIII século. 

Outros edifícios foram restaurados, como a igreja da Annunziata dei Catalani (XII e XIII), jóia da arte árabe-normanda, com componentes bizantinas, a igreja de Santa Maria Alemanna (restos do XIII sec.). 
Notáveis são as fontes do 1500 de Netuno e de Orion, de G. A. Montorsoli, o monumento em bronze (1572) a don Giovanni da Áustria (o vencedor da batalha de Lepanto), o santuário de Montalto e o templo votivo do Cristo Rei. 

O Museu nazional é rico de obras de arte recuperada pelas igrejas e conventos destruídos pelos terremotos: Políptico de san Gregorio de Antonello da Messina (1473), a Resurreição de Lazzaro e a Natividade do Caravaggio, esculturas de Francesco Laurana,escola dos Gagini. 

Os numerosos locais turísticos ao longo da costa (Taormina a principal de todas) e, recentemente, as ilhas Eólias, atraem grandes fluxos de turistas italianos e estrangeiros.

FONTE do texto

Paróquia Santa Maria Mãe

  Igreja-matriz da Paróquia Santa Maria Mãe  Natal-RN, 02/12/2022